Desde Abril

Central nuclear de Ferrel

França, 1974 · Ambiente, Saúde, Emprego

Construir uma central de 1000 MW em Ferrel, perto de Peniche. Oito anos de obra, que dão emprego e custam ao Estado, com o reator e as turbinas comprados lá fora. Depois, eletricidade sem CO2, menos poluição do ar e menos petróleo e carvão comprados lá fora; o Estado guarda dinheiro todos os anos para o desmantelamento e os resíduos. A população local protesta.

Em 1974, a França lançou um plano para construir dezenas de centrais nucleares. No Desde Abril, esta reforma está disponível de 1974 a 1990.

Tempo até se ver o efeito: 10 anos. No ano em que a adotas, o descontentamento sobe 8 pontos.

O que dizem os estudos

Quando a Alemanha começou a fechar as centrais nucleares (2011), as emissões subiram 36,3 milhões de toneladas de CO2 por ano, porque o carvão ocupou o lugar, e a poluição do ar causou mais de 1100 mortes por ano. Em França, a primeira central da série (Fessenheim, 1978) custou 1,07 milhões de euros de 2010 por MW (Tribunal de Contas francês).

No jogo: 0,5 toneladas de CO2 por pessoa com 1000 MW (os estudos vão de 0,3 a 0,65).

A conversão é nossa: 1000 MW a trabalhar 80% do tempo dão ~7 TWh por ano, que substituem centrais a fuelóleo e a carvão. Não há estudo causal do plano francês. O custo de construção está a preços de 2010.

Conversão nossa, a afinar

Na Alemanha, cada ano sem as centrais nucleares fechadas custou mais de 1100 mortes pela poluição do ar das centrais a carvão que as substituíram.

No jogo: 0,02 anos de esperança de vida com 1000 MW (os estudos vão de 0,01 a 0,05).

A conversão é nossa, escalada para a dimensão de uma central em Portugal.

Conversão nossa, a afinar

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